Quando sento num banco de praça e penso na vida



Quando sinto que não há o que se faça
Não há tempo ou lugar
Pro que perpassa e se perpetua
Lembro que é tua, é minha
A pretensão do que flutua
E o fardo a carregar
Não é uma cruz, nem é farinha
É o peso de numa praça, ser a pessoa.
Como o meu amor lhe soa?



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