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O Clarim tocou pra avisar...

Ao longo dos últimos anos tenho tido a sorte de encontrar pessoas que, direta ou indiretamente, me empurram pros meus abismos. São pessoas interessantes, imprescindíveis, que ora se mostram por meio palavras de incentivo e me escalam pro elenco de estrelas importantes na constelação da significância, ora me subestimam com críticas azedas e me arrancam do pedestal da arrogância na base do tapa. São pessoas distintas, com intenções diferentes, com energias opostas, mas há algo de semelhante entre elas: nenhuma delas tem a dimensão do meu desejo. Ninguém sabe como me sinto diante do meu desejo. Às vezes, nem eu sei do que é capaz esse desejo dentro de mim e isso configura uma guerra interna, intensa e contínua.  “Ninguém tem obrigação de saber”, eu pensei, enquanto me ajeitava na cadeira pra decidir se fazia ou não o que vem a seguir. O que é paz, o que é guerra? De que é que eles tão falando naquela canção? Que aviso é esse? Novos tempos? Mudanças? Bombardeios? Penso nisso cada vez que…

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