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MAS A CLARICE NÃO FUMA: plenitude, fé, amor e gratidão

Rapaz, é textão mermo. Acho que vou levar algum tempo pra processar os sentimentos todos – que existem antes desse momento e foram acrescidos e inflamados agora – mas acho justo expressar nem que seja um pouquinho de tudo que aconteceu de 25 a 28 desse mês e o que significa. Eu teria que falar muito e por muitas horas sem nem pausa pra tomar uma água se eu tivesse que explicar em detalhes porque considero esse festival um marco essencial na minha vida, então resumo que, lá pelos meus 14 anos eu me dei conta de que gostava mais das músicas que ouvia na rádio Ilha FM do que das coisas que ouviam os amigos da minha idade – rádio que tinha diversas programações voltadas a valorização da música brasileira, onde ouvi de “Anunciação” de Alceu à “Coração de Cantador” do Tarumã. Passei a frequentar o festival assiduamente e a me interessar por outros festivais no Brasil e posso dizer que me encontrei nesse contexto. Pouco a pouco aquela festa inédita foi virando meu quintal, eu queria morar na…

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